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28/07/16

Zoodles com Legumes Assados e Feta









































Quero agradecer publicamente a quem se lembrou de criar condições para que fosse possível afiar legumes. Ou espiralizar, como tecnicamente se diz.
Realmente deu uma forma, que não sendo nova, uma vez que já nos é familiar pela esparguete ou pelos noodles, na teoria transforma um legume num hidrato, sem os aspectos menos bons deste último.
Isto de novo não tem nada. Nem a possibilidade de espiralizar legumes nem a controvérsia sobre os "malefícios" das tradicional esparguete, mas a mais valia e potencial desta simples operação merece toda a partilha. Assumo-me fã!

Andava há imenso tempo para comprar a máquina de transformar legumes em "massa". Pela falta de espaço resolvi comprar o equipamento mais simples e menos volumoso que encontrei, da Vegitrim. 
Tenho-o há uns meses mas confesso que ainda só o usei com curgete. Se o legume não for muito grande funciona lindamente.

Mais tarde descobri que os noodles de curgete, por algum motivo, se denominam de zoodles!? Ok! Não faz diferença nenhuma mas chamemos-lhe pelo nome. No fundo o que interessa mesmo é o potencial deste legume afiado, que nos permite chegar a resultados muito bons, super interessantes e extra ligeiros.

Ficam deliciosos envolvidos num bom molho cremoso, enrolados em camarão picante ou simplesmente salteados com outros legumes.
É curioso como nesta forma a polpa algo mole da curgete ganha uma firmeza extra. E necessita de cozinhar muito pouco para ficar perfeito, o que é uma considerável mais valia.

Vamos lá então desatar a espiralizar e devorar curgete que tão bem faz. E se com este calor não quiserem ligar o forno, a wok também serve na perfeição.







































ZOODLES COM LEGUMES ASSADOS E FETA

Ingredientes
(2 pessoas) 

3 dentes de alho
1 cebola grande
1 curgete grande
1/2 de pimento vermelho
150 gr de brócolos 
8-10 tomates cereja
Salsa fresca
Azeite
Molho de soja
Sumo de limão
Sal marinho tradicional, by Necton
Pimenta preta
Pimentão doce fumado
Mistura de especiarias "couscous baia" (comprei no Jumbo)
2 colheres (soap) de sementes de abóbora
80-100 gr de queijo feta

Preparação

Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Misturar umas 5-6 colheres de sopa de azeite, com um bom fio de molho de soja, sal, pimenta, pimentão doce, mistura de especiarias, sumo de limão. Mexer bem e reservar.
Num recipiente de ir ao forno colocar a cebola laminada grosseiramente, o alho picado, o pimento cortado em cubos, o brócolo separados em ramalhetes pequenos, os tomates cereja e a salsa. Verter o molho por cima e envolver bem nos legumes.
Levar ao forno cerca de 15-18 minutos até os legumes estarem cozinhados mas firmes.
Entretanto com o espiralizador "afiar" a curgete que ficará em forma de noodles/esparguete.
Retirar a travessa do forno, verificar temperos, juntar a curgete e as sementes de abóbora aos legumes, envolver bem e levar novamente ao forno mais 5-7 minutos. Não é suposto que cozinha demais, convém que fique durinha.
Retirar do forno, polvilhar a gosto com queijo feta grosseiramente desfeito e servir.



02/05/16

Creme de Couve Flor com Cogumelos




O meu contacto com a Macrobiótica aconteceu ainda na adolescência, há mais de duas décadas (até custa escrever, mas é verdade!). Foi graças à Acupunctura e não pelos melhores motivos.
O facto do meu pai ter sofrido um AVC com apenas 42 anos de idade, fez com que, durante a sua recuperação, recorresse a uma série de alternativas à medicina convencional. Na relação entre estas duas vertentes de origem chinesa foi onde mais investiu na esperança de recuperar parte da mobilidade que perdeu.

Independentemente dos resultados ficamos a conhecer uma nova forma de estar e viver, onde a alimentação apresentava algumas, várias, alterações e novidades em relação à que tinhamos até então. Menos radical que o Vegetarianismo, pois o consumo de proteína animal é uma realidade, contudo de forma muito mais controlada e reduzida, apresentava ingredientes que nos eram totalmente desconhecidos. O azuki, o tofu, o millet ou o miso, por exemplo. A soja, curiosamente, era uma velha amiga, visto já na pré-escola me darem. Coisa que admiro e estranho até hoje!  

Tenho de admitir que os hábitos adquiridos nesse momento não perduram muitos anos. O arroz e a massa integrais foram talvez os ingredientes que mais se enraizaram na nossa cozinha, assim como a noção da importância dos legumes, e principalmente das leguminosas, e toda uma nova forma de os confecionar e consumir. Já as algas foram bastante estranhadas, e o miso sempre me perturbou um pouco com o seu acentuadíssimo sabor (fazia uma sopa que não me deixou as melhores recordações.)
Mas o mais significativo que retirei desta fase foi a abertura a uma diferente forma de viver a comida, de conhecer os ingredientes sob outra perspectiva e do conceito da "cura" pela alimentação.
Pelo valor que esta forma de estar teve para o meu pai numa fase da sua vida que tenho dificuldade em adjectivar, nutro pela Macrobiótica um carinho especial. Com rigor, não me rejo pelos seus propósitos, mas reconheço-lhe uma seriedade, enraizamento e sentido de consciência que em nada se podem comparar à maior parte das dietas intermitentes que por aí circulam. O que sei é que aos poucos vou melhorando o que ingiro, não suprimindo totalmente alguns alimentos considerados menos gratos, mas reduzindo consideravelmente o seu consumo. Assim aconteceu com as carnes vermelhas desde esta fase.  

Comprei o livro da Marta Horta Varatojo com grande curiosidade e não me senti nem um pouco desiludida, bem pelo contrário. Gostei de relembrar algumas coisas e aprendi imenso.
É um livro que aconselho a quem quiser conhecer esta forma de estar que, sem radicalismos ou sentimentos de pressão, nos pode levar a uma interessante descoberta que vai bem para além do campo alimentar.  

Este creme é muito simples e, dada a sua leveza, encaixa perfeitamente em qualquer dia, independentemente das suas condições climatéricas. É super equilibrado e delicioso.







































CREME DE COUVE FLOR COM COGUMELOS
(Receita do livro "O Livro de Cozinha da Marta", de Marta Horta Varatojo)

Ingredientes
(6 pessoas)

1 couve flor, grande
1 batata doce
2 cebola
1 dente de alho
1/2 nabo
1 curgete
Sal marinho tradicional Marnoto, by Necton
Azeite 
300 gr de cogumelos (usei Paris)
Shoyu (molho de soja)

Preparação

Começar por descascar a curgete. Lavar e cortar todos os legumes em pedaços médios. Cobrir com água e levar ao lume médio, durante cerca de 25 minutos.
Desligar o lume e temperar com sal e um fio de azeite. Reduzir a puré com a varinha mágica. Se necessário acrescentar água.
Adicionar o dente de alho ralado.
Para o salteado de cogumelos, lavar e corta-los em quartos. Saltear num wok em lume alto, com um pouco de azeite, mexendo sempre até que água dos cogumelos desapareça. Temperar com uma gotas de shoyu e saltear mais 2 minutos.
Colocar o creme nas taças de servir e dispor um pouco de cogumelos por cima, a gosto, polvilhando com ervas frescas e acompanhando com croutons.





05/02/16

Salada Morna de Brócolos, Quinoa e Laranja




Brócolos! Aquele legume denso e verdíssimo, composto por botões florais ou floretes, com uma textura bem curiosa e, se pretendermos, crocante, cujo potencial benéfico para a nossa saúde é mais do que reconhecido. 
Desde as suas propriedades anti-oxidantes e anti-cancerígenas, até ao facto de ser rico em Ácido Fólico, Ferro, Vitamina A, C e do Complexo B, faz desta espécie de couve um dos alimentos fixos na lista dos que deveriam marcar presença assídua na nossa alimentação. 
Um super alimento, portanto, com a vantagem acrescida de ter poucas calorias.

Soube há bem pouco tempo que pertence à familia das Brássicas, resultado da parceria com a Dra. Carla Fernandes, que para esta rubrica "Inspirar & Nutrir" me desafiou a fazer algo com esta espécie verde específica, que tanto gosto e uso.
Para esta edição nem precisei de pensar muito, pois a opção recaiu automaticamente sobre um prato que repito muitas vezes e curiosamente nunca tinha partilhado. Esta salada morna é de uma simplicidade de execução tal que até contrasta com o seu vibrante sabor e imensidão de texturas.
Uso muito o brócolo na sopa, em arroz solto ou simplesmente cozido como acompanhamento, mas aqui ele fica mesmo como gosto, bem firme, quase crocante. 
Combina especialmente bem com o cogumelo e a quinoa, e o molho de soja juntamente com a acidez da laranja, dão-lhe uma certa estridência viciante. 
Repleto ainda de texturas, é um prato diferente, super delicioso e absolutamente intemporal.

É leve mas simultaneamente saciante, e morno fica no ponto certo. 
Bom apetite!  






































SALADA MORNA DE BRÓCOLOS, QUINOA E LARANJA

Ingredientes
(3-4 doses)

1 cebola roxa, grande
2 dentes de alho, médio
300 gr de brócolos
3 cogumelos portobello, grandes
125 gr de quinoa branca, cozida
Azeite
Pimenta
Pimentão doce fumado
3-4 colheres (sopa) de molho de soja
Coentros frescos
1 laranja, grande
1 colher (sopa) de pistáchio tostado e partido grosseiramente

Preparação

​Colocar um fio de azeite numa wok ou frigideira anti-aderente e adicionar a cebola laminada, seguindo-se do alho esmagado. Deixar amolecer 1 a 2 minutos e acrescentar os brócolos cortados em floretes pequenos. Saltear durante 4-5 minutos abanando sempre a frigideira, e com o lume alto acrescentar os cogumelos laminados, uma colher de sopa de coentros frescos, uma pitada de pimenta e outra de pimentão doce fumado. Ir abanando a frigideira para saltear bem os legumes, evitando mexer muito com colher.
Quando os cogumelos se mostrarem quase prontos, adicionar o molho de soja e deixar cozinhar mais 2-3 minutos.
Acrescentar de seguida a quinoa e envolver delicadamente nos legumes.

Retirar do lume e deixar repousar 3 a 5 minutos.
Passar para um prato/travessa de servir, espalhar a laranja em pedaços por cima, polvilhar com coentros picados e com os pistáchios e servir morna.


​Nota: Dado o uso de molho de soja, não necessita de sal.
Nota 1: Também resulta muito bem se incluirmos grão cozido, aumentando a poder saciante do prato.





01/09/15

Bruschettas de Pesto de Rúcula, Queijo Fresco, Cogumelos e Goji




Qualquer oportunidade de pegar numas fatias de pão, leva-las a tostar, pincela-las com um molho a gosto, ou ideal e simplesmente com azeite, e enche-las com os ingredientes e combinações que mais nos aprouver, não pode nem deve ser desperdiçada, nunca!

Retomo assim o desafio "Dia Um... Na Cozinha" de forma perfeita, com um petisco que adoro, Bruschettas.
Sem saber que este tema se aproximava, respondi ao desafio das Sanduiches com uma proposta que se pode perfeitamente enquadrar aqui.
Mas se anteriormente tinha utilizado a clássica e sublime conjugação de ingredientes - mozzarela, tomate e rúcula - desta vez arrisquei num jogo de sabores e texturas menos usuais, recorrendo a um ingrediente totalmente novo nesta cozinha, as bagas goji frescas, para rematar a composição.

Neste caso, o conjunto vai funcionar por camadas de intensidade. Ou seja, a força do pesto de rúcula e noz, contrasta com a leveza do queijo fresco, que recebe de forma perfeita os encorpados cogumelos salteados. A leve acidez das bagas goji frescas e o tempero do molho de soja finalizam e equilibram o resultado.

Estas expressivas bruschettas, que constituiram um delicioso almoço, acompanhadas de uma salada de agrião, foram aprovadissimas e vem abrir um mês especial.
Que todos os recomeços associados e vivênciados em Setembro sejam positivos, estimulantes e muito felizes. 






BRUSCHETTAS DE PESTO DE RÚCULA, QUEIJO FRESCO, COGUMELOS E GOJI

Ingredientes
(2 bruschettas)

2 fatias grandes de pão rústico/centeio 
50 gr de rúcula, arranjada
5 folhas de mangericão fresco, grande
2 dentes de alho, médios
1 mão cheia de nozes
40 gr de queijo parmesão ralado
Azeite qb
Manteiga
Sal
Pimenta
Noz moscada
1 queijo fresco, grande
100 gr de cogumelos marron, frescos
2 colheres (sopa) de bagas goji, frescas
Molho de soja
Sementes de sésamo branco 

Preparação

Preparar o pesto com antecedência, colocando na trituradora a rúcula, o mangericão, um dente de alho, as nozes, o queijo parmesão, uma pitada de sal e outra de pimenta e um fio de azeite. Triturar tudo e ir adicionando azeite a gosto. Rectificar temperos e colocar num recipiente hermético. Esta quantidade deu para as bruschettas e guardar bastante.
Numa frigideira, levar ao lume uma colher de sopa de manteiga e um dente de alho esmagado. Deixar o alho começar a ganhar sabor e introduzir os cogumelos partidos em quartos. Temperar com sal, pimenta e noz moscada e saltear durante cerca de 4-5 minutos. Reservar.
Tostar ligeiramente as fatias de pão, no forno ou na torradeira.
Barra-las generosamente com pesto. Espalhar o queijo fresco grosseiramente desfeito por cima. 
Dispor os cogumelos a gosto, por cima do queijo e finalizar com algumas bagas goji. 
Temperar com um pouco de molho de soja, decorar com sementes de sésamo e servir. 




26/06/15

Tortilhas de Polenta com Legumes Picantes e Queijo





O queijo! Ai o queijo!
Esta é sem dúvida das maravilhas comestíveis mais bem inventadas de sempre.
Sou uma apaixonada por comida de uma forma geral e muitas coisas me dão um prazer incrível saborear, mas tenho de admitir que um bom queijo tem sempre um lugar especial no meu ser, desde o coração ao estomâgo. É uma paixão sem fim.

Para o desafio proposto pela Naida do blog "Frango do Campo" em parceria com a Limiano, surgiram-me esta espécie de tortilhas.

Inovam pela base em polenta, um ingrediente pelo qual sou apaixonada, ganham alma no toque picante dos legumes e são sublimemente rematadas pelo queijinho derretido, que agradou imenso.
Uma delícia! E saudáveis?! Maravilha!

Obrigada Naida e Limiano, por acharem estas pequenas merecedoras do prémio que tantos bons momentos proporcionará cá por casa.  
 







































TORTILHAS DE POLENTA COM LEGUMES PICANTES E QUEIJO

Ingredientes
(4 tortilhas)

120 gr polenta
500 ml de água
Azeite
Sal
Pimenta
1 folha de louro
3 dentes de alho
1 cebola grande
2 colheres (sopa) de salsa fresca picada
1 malagueta seca, grande (sem pevides)
100 gr de bróculos
100 gr de couve flor
1/2 pimento vermelho
2 colheres (sopa) de molho de soja
100 gr de Queijo Limiano "Momentos Derretidos"
Azeitona preta em rodelas
Cebola frita

Preparação

Num tachinho levar ao lume a água temperada com uma pitada de sal, pimenta, um dente de alho esmagado e a folha de louro partida. Quando ferver rejeitar o louro e juntar uma colher de sopa de salsa picada e de seguida a polenta em chuva e lentamente, mexendo sempre com um batedor para não deixar ganhar grumos. Deixar cozinhar durante 4-5 minutos, mexendo sempre até engrossar, mas não prender demasiado (é suposto a polenta ficar firme depois de fria, mas não demasiadamente dura). 
Num tabuleiro de ir ao forno, forrado com papel vegetal, colocar um pouco do preparado e espalmar com uma colher, formando pequenas "tortilhas". Não há problema que fiquem com os limites irregulares. Reservar.
Pré-aquecer o forno a 190º.
Entretanto preparar os legumes, esmagando o alho, cortando as cebolas em gomos finos, os pimentos aos quadrados e o bróculo e a couve flor em floretes pequeninos (rejeitar os caules).
Pré-aquecer o forno a 190º.
Numa wok ou frigideira anti-aderente, levar a aquecer um fio de azeite, colocar a cebola e passado 1 minuto o alho e a malagueta. 
Deixar cozinhar durante cerca de 3-4 minutos até estarem amolecidos e acrescentar os restantes legumes, temperar com sal (pouco) e pimenta e deixar cozinhar mais 5-7 minutos, garantindo que os legumes se mantêm bem firmes.
Acrescentar um pouco de salsa picada e o molho de soja e deixar apurar cerca de 3-4 minutos (é suposto os legumes ficarem durinhos).
Retirar do lume e colocar um pouco de legumes por cima de cada tortilha.
De seguida espalhar o queijo ralado Limiano, finalizando com um pouco de azeitona preta picada.
Levar ao forno uns minutos até o queijo derreter.
Retirar do forno, salpicar com cebola frita e servir de imediato.





28/11/14

"Caramelo" de Bacalhau e Legumes com Puré de Batata Doce




Tubérculo de reconhecido valor nutricional, a batata doce tem sido pouco usada por cá, no que aos pratos salgados diz respeito. Só a confeção de Bolo do Caco fazia com que a comprasse. 

Sempre estranhei  o sabor e nunca me puxou experimenta-la como se de batata normal se tratasse. Contudo, com a tendência que tenho para insistir em alguns ingredientes que fazem bem ao corpo, mas que com os quais o palato muitas vezes insiste em implicar, lá experimentei este puré de batata doce assada, que, nesta combinação toda ela bem docinha, mas em versão saudável, sinceramente, me convenceu por completo!

Lambuzei-me com uma tacinha destas e só fiquei com pena de não haver mais.

E não se assustem!  Aqui o termo "caramelo" deve-se apenas ao sabor do resultado final, onde o molho de soja e a batata conferem um agri-doce extra-especial ao prato.
 
 


"CARAMELO" DE BACALHAU E LEGUMES COM PURÉ DE BATATA DOCE

Ingredientes
(4 doses)

5 batatas doces médias
400 gr de Bacalhau Desfiado Ultracongelado Riberalves
2 dentes de alho
8 chalotas
1 courgette
1 pimento verde
150 gr de bróculo
2 col. sopa de Vaqueiro Culinesse
2 col. sopa de natas
3-4 col. sopa de molho de soja
Azeite
Sal
Mistura de pimentas
Noz moscada
Coentros frescos qb
Pistáchios grosseiramente triturados e tostados
  
Preparação

Pré-aquecer o forno a 180º.
Lavar bem as batatas, corta-las ao meio, temperar com um pouco de sal e pimenta, regar com um fio ligeiro de azeite, e levar a assar durante cerca de 30-35 minutos. 
Entretanto preparar os legumes, esmagando o alho, cortando as chalotas ao meio e cortando em pedaços pequenos os restantes legumes (não descascar a courgette).
Numa frigideira anti-aderente levar a a aquecer um fio de azeite, colocar a chalota e passado 1 minuto o alho (para que não queime). 
Deixar cozinhar durante cerca de 3-4 minutos até estarem amolecidos e com alguma cor e adicionar o bacalhau (bem escorrido) e os restantes legumes, temperar com sal (pouco) e pimenta e deixar cozinhar mais 5-7 minutos, garantindo que os legumes se mantém firmes.
Acrescentar os coentros picados e o molho de soja e deixar apurar 2 minutos.
Rectificar temperos e retirar do lume. 
Para concluir o puré: espetar uma faca na polpa da batata e se já estiver cozida retirar do forno. Rejeitar a pele e, usando um pass-vite ou esmagador, fazer puré com a polpa. Colocar o puré num tachinho e em lume brando adicionar a manteiga, as natas, uma pitada de pimenta outra de noz moscada e envolver tudo muito bem até ficar mais cremoso. Se necessário, para obter mais cremosidade, acrescentar um pouco mais de manteiga e passar com a varinha mágica.
Colocar o puré em taças individuais e dispor os legumes por cima com um pouco de molho. 
Finalizar polvilhando com os pistáchios, previamente tostados.
Servir quentinho.

Nota: ter muita atenção à quantidade de sal usada, pois o molho de soja já é salgado qb.