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20/05/16

Tostas de Morangos Assados, Camembert e Chocolate









































O morango destaca-se na lista dos meus frutos favoritos. Talvez a par do maracujá e do mamão. 
Os frutos vermelhos em geral cativam-me mas o morango é especial. Foi o fruto que mais comi durante a gravidez. Com algum exagero até! 
Adoro o seu sabor único e textura perfeita e adoro a forma como liga excepcionalmente bem com natas ou chocolate, por exemplo. 
É doce mas ácido, super vibrante mas simultaneamente delicado. Imbuído de um já tão reputado carácter sensual.
Ao nível nutricional, além do seu poder anti-oxidante, dada a sua riqueza em flavonoides, é um fruto que nos fornece Vitamina A e C, assim com do complexo B, e ainda minerais como o Ferro, Magnésio e Cálcio. Para melhorar ainda é baixo em calorias! 

No mês dos morangos da Marta, que é este Maio, trago especialmente para ela estas magníficas tostas de um livro que adoro.
Saboreá-las proporciona-nos uma experiência ali entre o "hummmm...", o "ui ca bom" e o "que é isto?!?". Tal é a mescla de fortes sabores tão diferentes entre si e tão complementares, ainda que no fundo se trate de uma receita super simples, onde a versatilidade do fruto fica bem expressa.

A sobriedade do camembert é cortada pela estridência do morango assado que agarra o chocolate quente e salgado de um forma arrebatadora. 
Envolvente será a palavra certa para descrever estas pequenas maravilhas. 

Marta, espero que te agrade tanto como agradou por cá.







































TOSTAS DE MORANGOS ASSADOS, CAMEMBERT E CHOCOLATE 
(Receita do livro Brunch, de Cláudia S. Villax)

Ingredientes
(2 pessoas)

4 fatias de baguete ou outro pão a gosto (usei pão da beira)
2 colheres (sopa) de manteiga
8 morangos, maduros mas firmes
1/2 queijo camembert
50 gr de chocolate de culinária (70% de cacau), partido em pedaços pequenos
Flor de Sal, by Necton
Pimenta de cayena

Preparação

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Levar uma colher de sopa de manteiga a derreter no microondas. Cortar os morangos em rodelas (não demasiado finas para que não se desfaçam), envolve-los na manteiga derretida e colocar num tabuleiro de forno sobre papel vegetal. Levar ao forno cerca de 10 minutos. Retirar do forno e reservar.
Derreter a restante manteiga. Cortar o pão em fatias, pincelar cada uma com manteiga e coloca-las noutro tabuleiro de forno. Dispor fatias de queijo por cima e de seguida os morangos, terminando com o chocolate.
Levar ao forno até o chocolate começar a derreter e o pão ficar ligeiramente tostado. 
Retirar, polvilhar com flor de sal e pimenta e servir de imediato. 

11/05/16

Pudim de Brioche e Frutos Vermelhos com Curd de Laranja




Já começa a ser familiar para quem por cá passa que os pudins de pão são realmente um paixão. E não só de pão desde que comecei a explorar versões com brioche, dado que é uma massa que gosto muito e faz com que se tenha de adoçar menos o preparado. O que acaba por ser uma clara mais-valia. 

Lembro-me que a primeira vez que fiz um pudim de pão era bem miúda e foi pelo Natal. O Avô Serra adorava e era dos poucos doces que a minha mãe fazia. No entanto não era reproduzido muitas vezes.
Ainda que se distancie consideravelmente destas versões mais inteiras e texturadas, considerando que era passado e ficava bem uniforme, já na altura lhe achei piada.

Contudo, em formatos mais personalizados e recheados acho que ganham outra vida e muito mais interesse. Não será por acaso que algumas culturas tem na sua doçaria tradicional este doce, com as devidas adaptações e apropriações, naturalmente. 
No México temos a Capirotada, no Egipto o Umm Ali, na Grã-Bertanha e em algumas zonas da América vários e fantásticos Bread Puddings, demonstrando o potencial e versatilidade deste alimento-base de qualquer civilização. Muitas vezes em resultado do aproveitamento de restos de pão seco.  

Nesta proposta fiz isso mesmo, aproveitei uns pãezinhos de brioche que já estavam passados e dificilmente seriam consumidos no seu estado natural, e dei forma a esta bonita sobremesa, cheia de vida, textura, muita cor e sabor.
Os sabores dos ingredientes do preparado que humedece o pão dão o tom base à sobremesa, e os frutos vermelhos criam os apontamentos mais vibrantes. 
O toque do curd de laranja que também estava no frigorífico a pedir para ser usado enriqueceu ainda mais o doce.

Admiro a simplicidade e versatilidade desta sobremesa com raízes tão fortes como díspares, sendo, seguramente, um campo que não deixarei de desbravar.
Podemos usar fruta natural, compotas, frutos secos, especiarias, licores, chocolate. O que mais e bem nos apetecer. O resultado? Esse é sempre rico e único.

Ainda que o morango surja aqui bem integrado e mesclado nos outros ingredientes, tem um papel essencial, e com esta proposta respondo ao convite da Marta, para fazer parte da sua linda mesa de Maio, onde este vermelhinho e delicioso fruto é rei. 







































PUDIM DE BRIOCHE E FRUTOS VERMELHOS COM CURD DE LARANJA

Ingredientes
(4-6 doses)

|Pudim
3-4 pãezinhos de brioche
Manteiga qb
3 ovos
3 colheres sopa de mel de flor de laranjeira
100 ml de bebida com sabor a baunilha
50 ml de creme de soja
1 pitada de gengibre
1 colher (sobremesa) de extracto de baunilha
8-10 morangos
6-8 framboesas
Amêndoa laminada

|Curd de laranja (adaptada daqui)  
20 ml de limão
80 ml de sumo de laranja
3 ovos 
120 gr de açúcar 
50 gr de manteiga à temperatura ambiente

Preparação

Começar por fazer o curd (com pelo menos 1/2 dia de antecedência)
Levar ao lume, em banho maria, os ovos bem misturados com o açúcar e os sumos de laranja e limão. Mexer sempre para não ganhar grumos, até engrossar. Demora cerca de 8-10 minutos. 

Retirar do lume e incorporar a manteiga em pedaços. Mexer até a manteiga estar bem derretida e envolvida no creme.
Colocar em frascos esterilizados, fechar bem e deixar arrefecer com a tampa virada para baixo. Refrigerar. Dura cerca de 15 dias no frigorífico.
Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Untar com manteiga um recipiente cerâmico de ir ao forno. Reservar.
Cortar os pãezinhos em fatias e colocar no forno para que tostem um pouco. Retirar do forno e barrar com manteiga de um dos lados.
Juntar várias fatias para voltar a formar um pão e colocar dentro da forma, encaixando uns nos outros.
Cortar os morangos às fatias finas e coloca-las entre as fatias de pão. Espalhar framboesas pelo pão.
Bater os ovos e juntar o mel, a bebida com sabor a baunilha, o creme de soja e uma pitada de gengibre e bater bem.
Verter o liquido no recipiente já com o brioche e deixar absorver cerca de 2 horas. (Este deixei durante toda a noite e resultou bem). 
Polvilhar com amêndoa laminada e levar ao forno, cerca de 30 minutos, até o liquido ter desaparecido e a massa estar bem firme e cozida. Se o pão começar a tostar demasiado proteger com papel de alumínio.
Retirar do forno, deixar arrefecer cerca de 15-20 minutos, polvilhar com açúcar em pó, decorar com framboesas, morangos e hortelã.
Servir morno acompanhado com curd de laranja.










































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08/04/16

Sponge Cake com Morango e Curd de Tamarilho




Este é um dos mais conhecidos clássicos britânicos que povoa alguns dos meus livros mas que ainda não tinha chegado ao meu forno. 
Basicamente é o equivalente ao nosso pão de ló, que facilmente se traduz para bolo esponja, mas acrescenta gordura na sua composição.

Tinha experimentado fazer curd de tamarilho, já que é um fruto que abunda por cá no inverno, e entendi que combinava muito bem com um bolinho de massa seca, as suas natas e morangos. Sendo estes dois últimos ingredientes uma companhia muito frequente dos Sponge Cakes, principalmente na versão Victoria, usando fruto vermelho em compota.

Não é difícil de perceber porque sempre fui adiando experimentar este clássico. Olhava para a textura da massa e achava-a... pois... bem seca!
Avessa que sou a esta sensação quando saboreio um bolo, ainda não me tinha atrevido. Posto isto, o curd de tamarilho deu-me a confiança necessária para concluir que bem acompanhado até é um bolo para ser interessante.

Lá fiz e o resultado está à vista! Ainda que ache a massa, por si só, efectivamente seca, foi um bolinho que soube bem e vale pela interacção que cria com o recheio. 
Gostei e apreciei. É um bolo bem simples com resultados muito bonitos e elegantes.

Primavera é para ti. Decide-te por favor!!!







































SPONGE CAKE COM MORANGO E CURD DE TAMARILHO
(Adaptado da receita Classic Sponge Cake, do livro "Delia's Cakes", de Delia Smith)

Ingredientes
(8-10 fatias)

|Massa 
2 ovos, grandes
115 gr de açúcar
115 gr de manteiga amolecida
115 gr de farinha
1 colher (chá) de fermento
1 colher (chá) de extracto de baunilha

|Curd de Tamarilho
80 ml de sumo de tamarilho
30 ml de sumo de limão
3 ovos
 
100 g de açúcar
 
50 g de manteiga à temperatura ambiente


|Recheio
200 ml de natas
80 gr de açúcar em pó + para decorar
10-12 morangos grandes

Preparação

Começar por preparar o curd que deve ser feito com antecedência. Levar ao lume, em banho maria, os ovos bem misturados com o açúcar, o sumo de tamarilho e o sumo limão. Mexer sempre para não ganhar grumos, até engrossar. Pode demorar cerca de 8-10 minutos. 
Retirar do lume e incorporar a manteiga cortada em pedaços pequenos. Mexer até a manteiga estar bem derretida e envolvida no creme.
Colocar num frasco esterilizado, fechar bem e deixar arrefecer com a tampa virada para baixo. Refrigerar. Dura cerca de 15 dias no frigorífico.
De seguida bater as natas do recheio até ficarem firmes e adicionar o açúcar. Bater um pouco mais e colocar no frio até usar.
Para o bolo: pré-aquecer o forno a 170ºC.
Untar com manteiga e forrar o fundo com papel vegetal, também untado, de duas formas redondas de 18 cm de diâmetro. Reservar.
Peneirar a farinha e o fermento para um recipiente, permitindo que arejem bastante. Juntar os restantes ingredientes e com a batedeira misturar tudo até a massa ficar cremosa e homogénea (evitar bater demasiado).
Distribuir o preparado em igual quantidade pelas formas, e levar ao forno cerca de 25 minutos. Fazer o teste do palito, e se sair seco retirar do forno.
Passados 30 segundos passar a faca delicadamente pela lateral para soltar a massa da forma. De seguida retirar das formas e coloca-los sobre uma grelha de arrefecimento, com o fundo virado para cima. 
Se os bolos formarem altos acentuados no topo, aparar pelo menos um, que será o disco da base.
Montagem:
Espalhar as natas generosamente sobre o disco inferior, dispor os morangos e de seguida espalhar o curd a gosto.
Colocar o segundo disco por cima, polvilhar com bastante açúcar em pó e decorar com morangos.
Servir.

Nota: para um melhor resultado do recheio, colocar a embalagem das natas 15 minutos no congelador antes de bater.



12/08/15

Cobbler de Morango




Alguém que consiga ficar indiferente a uma boa travessa de forno com cobertura de biscoito tostado e recheio de fruta, a verter suco por todo o lado? 

Aproximam-se dos crumbles mas com uma crosta mais sólida e uniforme. Adoro crumbles e passei a adorar cobblers.

Tinha uma receita do género do Jamie marcadissima para fazer, mas esta resolveu passar à frente. Usando morangos com força e aproveitando meia dúzia de framboesas que andavam por lá perdidas, saiu uma riquissima e bem suculenta sobremesa de verão.

Além dos sabores, e delicioso contraste de texturas, outro dos encantos destes pratos está na sua versatilidade. Podem ser usadas as frutas que bem se entender e gostar, desde que suculentas, e na cobertura o improviso e inclusão de outro tipo de ingredientes poderá resultar igualmente bem.

É um doce bem simples e interessante, que facilmente delicía miúdos e graúdos e alegra qualquer mesa.





































 
 
COBBLER DE MORANGO
(Adaptada da receita original "Raspberry Cobbler", de Martha Stewart)

Ingredientes 
(6 pessoas)

|Recheio de morango
400 gr de morangos frescos
1/2 de chávena (chá) de açúcar
2 colheres (sopa) de amido de milho
1 pitada de sal fino

|Massa
1 + 3/4 de chávena (chá) de farinha
1 colher (chá) de fermento
1/4 de chávena (chá) de açúcar
1 pitada de sal
6 colheres (sopa) de manteiga, fria
3/4 de chávena (chá) de natas + para pincelar
Açúcar mascavado para polvilhar

Preparação

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Preparar o recheio juntando os morango, partidos em pedaços grandes, com o açúcar,  o amido de milho e o sal. Colocar numa travessa de ir ao forno. Reservar. (Como tinha meia dúzia de framboesas disponíveis, adicionei)
Para a massa, misturar a farinha, o fermento, a açúcar e o sal. Cortar a manteiga em pedaços pequenos e juntar as natas.
Acrescentar aos secos e incorporar com a ajuda de um garfo, até estar absorvido. É suposto a massa ficar em pedaços.
Passar a massa para uma superficie limpa e ligeiramente enfarinhada e amassar uma ou duas vezes, apanhando os pedaços soltos, até estar um pouco mais ligada. Estende-la até que fique com cerca de 2 cm de altura e cortar em quadrados de 4-5 cm de lado.
Colocar as quadrados de massa sobre o recheio, ao lados uns dos outros, com algum espaço entre eles. Pincelar com as natas e polvilhar com açucar mascavado.
Levar ao forno cerca de 35-45 minutos, até a massa estar firme e cozinhada, com um bonito tom dourado. Verificar com um palito e retirar do forno.
Deixar repousar cerca de 30 minutos e servir morno.
Sugestão: acompanhar com iogurte natural ou gelado a gosto.





06/05/15

Mini Tartes de Batata Doce, Amêndoa e Morango




Há pouco mais de ano atrás a batata doce era aquele tubérculo que só o nome já me indiciava um sabor estranho, e que apenas tinha usado uma vez para fazer bolo do caco.
Não me agradava particularmente o seu sabor e textura. Nunca tivemos o hábito de a consumir cá em casa, então para mim, grande fã de batata, este tubérculo era salgado e pronto!

Entre outros vários ingredientes que passaram a fazer parte da minha cozinha, desde que comecei a explorar coisas novas e diferentes, a batata doce é talvez dos que tem marcado uma presença mais constante.
Ainda que se concentre nas opções doces, é agora comum usa-la para conjugações curiosas e resultados mais saudáveis.

Enquanto os morangos circulam por aí em força, e o desafio a que me propus, "21 dias sem açucar refinado", decorre, há que aproveitar para criar alternativas que se enquadrem no espírito da "coisa" e vão suprimindo esta lacuna sem prevaricações.

Desta vez surgem umas mini-tartes bem intensas em textura mas leves em sabor. Com leves não quero dizer semsaboronas, de modo algum!

Nada como experimentar para comprovar.



 

MINI-TARTES DE BATATA DOCE, AMÊNDOA E MORANGO

Ingredientes
(4 mini-tartes)

3/4 de chávena de puré de batata doce
3 ovos médios, ligeiramente batidos
2 colheres (sopa) de mel
2 colheres (sopa) de farinha de amêndoa (amêndoa ralada)
3 colheres (sopa) de farinha de aveia
1 colher (café) de fermento
1 pitada de canela
1 pitada de gengibre
1 pitada de sal fino
4-5 morangos
1 colher (sopa) de flocos de aveia
1 colher (soap) de amêndoa laminada
Sementes de Papoila

Preparação

Pré-aquecer o forno a 180º.
Untar forminhas de mini-tartes (8-10cm de diâmetro) com manteiga e polvilhar com farinha. Reservar.
Juntar os secos - farinha de aveia, fermento e especiarias - e peneirar para um recipiente. Reservar.
Bater o puré com o mel e os ovos, apenas até obter um preparado uniforme. Acrescentar a amêndoa ralada e a pitada de sal e envolver.
Adicionar os secos e envolver delicadamente com uma espátula.
Verter um pouco de massa sobre cada forminha quase até encher.
Distribuir por cima, a gosto, os morangos partidos em quartos (4 a 6 pedaços pequenos), e espalhar um pouco de mistura de amêndoa laminada com flocos de aveia por cima.
Levar ao forno cerca de 20-25 minutos até a massa estar firme e douradinha.
Fazer o teste do palito e se sair seco retirar do forno.
Deixar arrefecer, desenformar, polvilhar com sementes de papoila e servir.




15/04/15

Monkey Bundt de Ricota e Frutos Vermelhos





O Monkey Bread é um tipo de "bolo" que desperta muita curiosidade. 
Quando fiz o meu primeiro estava longe de imaginar que, uns largos meses mais tarde, me poderia sair algo assim, tão leve e distante dos monkeys mais tradicionais, com aquela camada pegajosa e deliciosa a cobrir cada bocado, como este outro que anda por aqui.

A verdade é que esta edição da Bundtmania, em que a Lia e a Mena nos desafiam a execuctar um Monkey Bread, surge numa fase em que resolvi aderir ao desafio #21diassemacucarrefinado. Como tal, era imperativo pensar numa versão que funcionasse bem sem recurso ao uso do açúcar.

E funcionou! Ajuda o facto de não gostar de excesso de doce, e aqui a geleia de agave cumpre na perfeição o seu papel, assim como os frutos vermelhos que conferem aquele toque ligeiramente ácido tão especial e ajudam a adoçar.

Mostra que podemos criar versões mais aligeiradas e saudáveis, sem comprometer o sabor do resultado final de algumas sobremesas. Tem sido um exercício bem interessante. 
Não pretendo excluir totalmente as maravilhoras decadências da minha alimentação (acho que nunca conseguiria), mas tentarei assim consumi-las muito mais esporadicamente. Era uma mudança que necessariamente se impunha.  

Meninas, arranquem lá um pedaço deste pinky tão giro, leve e primaveril, e deliciem-se. Espero que gostem!

 






































MONKEY BUNDT DE RICOTA E FRUTOS VERMELHOS

Ingredientes

|Massa
200 ml de leite morno
1 ovo batido
50 gr de manteiga amolecida
3 colheres (sopa) de geleia de agave
500 gr de farinha T55
6-7 gr (1 saqueta) de fermento seco
1 colher (sopa) de sementes de papoila

|Recheio
150 gr de queijo ricota
1,5 colheres (sopa) de geleia de agave
1 colher (café) de extracto de baunilha
Raspa de lima
100 gr de mistura de frutos vermelhos (usei framboesas e morangos)
2 colheres (sopa) de manteiga derretida

|Cobertura
1 chávena (chá) de puré de morangos e framboesa
2 colheres (sobremesa) de geleia de agave
1 iogurte grego natural

Preparação

Colocar os ingredientes, primeiro os líquidos e de seguida os secos, na cuba da máquina de fazer pão e escolher o programa Massas, com a duração de 1.30h.
Untar um forma de bundt com manteiga e polvilhar com pouca farinha. Reservar.
Desfazer o ricota para um recipiente e juntar-lhe a geleia de agave, o extracto de baunilha, o raspa de lima e bater um pouco até ficar um preparado suave e uniforme. Adicionar os frutos vermelhos, cortados em pedaços, e envolver delicadamente. Reservar o recheio.
No fim do programa colocar a massa sobre uma zona enfarinhada, amassar uns minutos, e com o rolo estender até obter um quadrado com cerca de 30-35 cm de lado.
Com um faca cortar quadrados com cerca de 4 cm de lado. Pessoalmente prefiro-os sobre o pequeno, pois é uma massa que cresce muito. Se necessário esticar cada quadrado um pouco mais com o rolo.
Colocar um pedaço de recheio dentro de cada quadrado e fechar bem as pontas, formando uma espécie de bola. Ter atenção para que todos os quadrados sejam contemplados com frutos vermelhos.
Passar cada pedaço por manteiga derretida e ir colocando na forma ao lado uns dos outros. Não é necessário apertar demais pois a massa expande bastante na cozedura.
Repetir este procedimento até fazer duas camadas de altura.
Depois de tudo montado colocar a forma no forno no programa de levedação cerca de 20 minutos.
Aumentar o forno para 180º e cozer cerca de 25 a 30 minutos, até a massa estar corada e firme. Retirar do forno, deixar arrefecer cerca de 10 minutos e desenformar.
Entretanto misturar os ingredientes da cobertura até obter um creme homogéneo. Quando o bolo estiver quase frio cobrir com este preparado e servir de imediato.
Sabe melhor ligeiramente morno.



28/02/15

Mousse de Chocolate e Bolacha com Morangos e Pistáchio




Sendo um grande clássico das nossas mesas, estranhamente (ou não) é a primeira mousse de chocolate negro que trago ao blog.

Resolvi faze-la para o aniversário da minha mãe, que valoriza muito mais um gelado ou doce de colher bem cremoso e fresquinho, do que um bolo. Os ingredientes, esses são, idealmente, sempre os mesmos: chocolate, bolacha e café. Obrigatoriamente!

Este doce veio abalar um pouco a minha típica afirmação "gosto de chocolate mas não sou a maior amante", visto ter exagerado na dose. E de que maneira.

Adorei o resultado pelo facto da bolacha ajudar a cortar a densidade da mousse e os morangos equilibrarem imenso o seu sabor e força. O crocante do pistáchio teve igualmente um papel essencial no bom resultado final.

É altamente cremosa, equilibrada e viciante. Mesmo para os não "chocólatras".








































MOUSSE DE CHOCOLATE E BOLACHA COM MORANGOS E PISTÁCHIO

Ingredientes
(6-8 porções)

200 gr de chocolate de culinária (70% de cacau)
1,5 chávena (chá) de café forte
1 colher (sopa) cheia de Vaqueiro líquida (ou outra margarina)
3 ovos médios
80 gr de açucar
100 ml de natas
1 colher (sopa) de rum
200 gr de bolacha maria ou torrada
150 gr de morangos
3 colheres (sopa) de pistachio, triturado grosseiramente e torrado

Preparação

Em banho maria derreter o chocolate com a vaqueiro líquida. Quando estiver derretido juntar uma chávena (café) de café e mexer bem até estar totalmente envolvido. Retirar do lume e reservar.
Separa as gemas das claras e bater as gemas com o açúcar cerca de 10 minutos.
Juntar as natas e bater mais 5 minutos.
Acrescentar o chocolate, já arrefecido, e envolver bem.
Bater as claras em castelo e envolver delicadamente, com uma espátula, ao preparado anterior.
Num prato fundo misturar o restante café com o rum.
Montar o doce, colocando no fundo do recipiente de servir, ou em taças individuais, uma camada de bolacha ligeiramente embebida no café, seguida de uma camada de creme. Repetir o procedimento até acabarem os ingredientes, terminando com creme.
Levar ao frigorífico cerca de 4 horas, ou idealmente, de um dia para o outro.
Antes de servir, polvilhar com bolacha ralada, seguindo-se de morangos cortados ao meio e finalizar salpicando abundantemente com pistachio, triturado grosseiramente, e torrado.
Servir fresquinho.