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13/12/16

Entradas Natalícias II (alternativas)












































Da segunda ronda de Entradas pensadas para dar opções alternativas às convencionais que costumam compor as nossas mesas de natal, e no âmbito da parceria com a Carla e o seu espaço "Inspirar & Nutrir", surgem estas duas receitas.
A cor, o sabor e o carácter nutritivo sobressaem e garantem pratos que resultaram interessantíssimos e ultra saborosos.

A salada morna foi das receitas mais deliciosas que já fiz recorrendo à batata doce. Considerando que as palavras "deliciosas" e "batata doce", ditas por mim na mesma frase, seria algo impensável até há uns tempos atrás, é fácil de acreditar que é um petisco mesmo muito bom, além de altamente saciante. Funciona também muito bem como prato principal.

A bolacha de polenta já tem um carácter mais particular e assumo que poderá ser estranhada por alguns palatos. 
A junção do picante à densidade e sabor fornecidos pela dupla alho-espinafre agrada-me especialmente. É uma opção que por cá pode aparecer as vezes que entender pois é sempre muito bem-vinda.

Para uma mesa de Natal e para uma consciência mais ligeiras ficam estas coloridas e saudáveis sugestões. 
Sem gluten, sem lácteos, sem ovos, sem açúcar. Com muito sabor.

Nota: Aqui poderão ver a Parte I deste post.












































ENTRADAS NATALÍCIAS 
(3-4 pessoas)










































SALADA MORNA DE TOMATE, COGUMELOS E BATATA DOCE  

Ingredientes 


2 batatas doce de polpa laranja
10 cogumelos paris médios
6-8 tomates cereja
Azeite
Sumo de laranja
Sal marinho
Pimenta
Alho em pó
Coentros em pó
Coentros frescos 
Mangericão
Pistáchio grosseiramente partidos 

Preparação

Pré-aquecer o forno a 190ºC. 
Cortar os cogumelos ao meio e coloca-los num prato/travessa de ir ao forno, juntamente com os tomates, um fio generoso de azeite, um pouco de sumo de laranja, sal, pimenta, alho em pó, mangericão e os coentros em pó e frescos (reservar um pouco de coentros frescos para usar no fim).
Envolver tudo muito bem e levar ao forno cerca de 8-10 minutos. Na mesma fornada colocar a batata doce a assar, com casca, até a polpa se encontrar cozinhada quando se espeta um palito.
Retirar do forno abrir a batata ao meio, retirar a casca e cortar a polpa aos gomos grandes.
Colocar todos os legumes no prato de servir e salpicar com coentros frescos e o pistáchio.











































"BOLACHA" VERDE PICANTE

Ingredientes 


Azeite
​1 folha de louro​
2 dentes de alho médios
80 gr de espinafres frescos laminados​
1 malagueta seca (sem pevides)​
Sal marinho
Noz moscada
Pimentão doce fumado
2 chávenas (chá) de água
1 chávena (chá) de polenta pré-cozinhada
Sementes de sésamo​ tostadas

Preparação 

Num tachinho colocar um fio de azeite, a folha de louro quebrada, o alho esmagado, a malagueta, uma pitada de pimentão doce e outra de noz moscada. Deixar o alho fritar um pouco para libertar sabor (sem que fique demasiado escuro) e acrescentar os espinafres laminados.
Deixar saltear 2-3 minutos, acrescentar a água e o sal. 
Rejeitar a folha de louro e com a varinha  mágica triturar o espinafre (não é necessário que fique muito bem passado).
De seguida colocar o lume no mínimo e adicionar a polenta em chuva e lentamente, mexendo sempre com um batedor de varas.
Continuar a mexer durante 3-5 minutos para cozinhar um pouco.

Verter o preparado numa forma de silicone ou num qualquer recipiente forrado com película aderente. Alisar a superfície e e
spalhar sementes de sésamo por cima.
Deixar arrefecer completamente. Desenformar e cortar em pedaços a gosto. Servir.​








02/12/16

Entradas Natalícias I (alternativas)









































O primeiro post de Dezembro pretende claramente dar as boas vindas ao Natal. Começando exactamente pelo início. Ou seja, pelas Entradas. 

A espécie de dilema que por vezes se abate sobre quem gosta de cozinhar e mimar a família no dia de Natal tem a sua razão de ser.
Se por um lado existem iguarias obrigatórias ter na mesa nesta festividade, por outro, apetece tanto inovar e oferecer propostas diferentes, que acabamos por nos perder no que fazer, e normalmente repetir o de sempre.

Os petiscos que antecedem o prato principal do almoço do dia 25 não tem de ser sempre os mesmos. Ok! Talvez possamos manter a sapateira recheada que ninguém dispensa, ou até os enchidos assados. Mas parece-me super interessante poder oferecer alternativas deliciosas, mais ligeiras e saudáveis, que só pelo seu aspecto apelem à prova, e que pelo seu sabor originem alguns "hummmmms".

A proposta elaborada para a rubrica "Inspirar & Nutrir" deste mês, tenciona oferecer uma mesa de entradas alternativa. Totalmente vegan e bem composta por legumes assados, temperos intensos e texturas marcantes. 
Das 4 sugestões elaboradas, hoje ficam com duas de execução simples, bem apelativas e cheias de saúde.
Os excessos que se apoderam das nossas mesas nesta época podem perfeitamente partilhar o espaço com pratinhos menos mauzinhos e igualmente deliciosos.







































O tradicional babaganoush, paté de beringela fumada, ganha uma alma diferente com a inclusão do pimento assado. 
A colorida salada morna e a "bolacha" verde picante, cujas receitas serão publicadas brevemente, são intensas qb e cheias de personalidade.
E a bonita e vibrante batata doce assada, simplesmente regada com "pesto" de coentros, é perfeita para comer à colher.  


ENTRADAS NATALÍCIAS
(3-4 pessoas)







































BABAGANOUSH DE PIMENTO VERMELHO

Ingredientes

1 beringela média
1/2 pimento vermelho
2 dentes de alho
1 colher (sopa) de tahini 
Azeite
Sumo de limão
Sal marinho
Pimenta
Pinhões
Sementes de sésamo

Preparação 

Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Levar a beringela a assar directamente no bico do fogão, rodando de minuto em minuto, de forma a "fumar" a pele sem deixar queimar.
Abrir a beringela ao meio e levar a assar no forno, juntamente com o pimento, até estarem tenros e assados. Retirar a pele a ambos e deixar arrefecer
Colocar a polpa de beringela e o pimento no processador/triturador, juntar uma pitada de sal, a pimenta, o alho, o tahini, um fio de azeite e sumo de limão e triturar bem até obter um preparado homogéneo.
Verificar temperos, se necessário aumentar o sal ou sumo de limão e retirar para uma taça de servir.
Regar com um fio ligeiro de azeite, espalhar um pouco de pinhões e sementes de sésamo tostados e servir acompanhado por palitos de cenoura.









































BATATA DOCE ASSADA COM "PESTO" DE COENTROS

Ingredientes

2 batatas doce de polpa roxa
3 colheres (sopa) de pinhões tostados
1 dente de alho médio
2 colheres (sopa) de coentros
8-10 folhas grandes de mangericão 
Azeite
Sumo de limão
Sal marinho
Pimenta
1 colher (sopa) de levedura de cerveja
Nozes picadas

Preparação

Começar por fazer o pesto: levar ao processador/trituradora o pinhão, o alho, o mangericão e os coentros e triturar bem até reduzir para uma pasta mais uniforme. Adicionar uma pitada de sal, outra de pimenta, um fio de azeite, sumo de limão a gosto e a levedura e triturar novamente. Rectificar temperos e colocar o pesto num frasco hermético. Reservar.  
Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Lavar bem a batata doce e levar a assar no forno, com casca, cerca de 15 minutos. Verificar com um palito se a polpa já está cozida e retirar do forno.
Abrir as batatas ao meio, no sentido do comprimento, fazer pequenos golpes cruzados na polpa e regar com o pesto. 
Espalhar um pouco de noz picada por cima e servir. 



E, desde já, Feliz Natal!






23/08/16

Tomates Recheados com Cotovelinhos, Ricota e Espinafres









































E sempre que Itália nos vem visitar eu fico feliz. 
Não sei, é um fascínio constante que não esmorece. Seja na constante repetição de conjugações clássicas, seja na experimentação de sabores novos. Tudo funciona por aqueles lados quando falamos de comida. E funciona impecavelmente bem.

Nestes tomates recheados a combinação é o mais simples possível e remetem-nos instantaneamente para os sabores mais essenciais daquela gastronomia. O tomate, o mangericão, o queijo. E pouco mais é preciso.

É uma receita simples, saudável e ligeira, que não perde, no entanto, um pingo de encanto, nem retira um milímetro à vontade de devorar. 

Já foi feita e repetida por cá, mostrando-se uma excelente proposta para figurar na mesa de Agosto da Marta, onde o tomate é rei.









































TOMATES RECHEADOS COM COTOVELINHOS, RICOTA E ESPINAFRES

Ingredientes
(2 pessoas)

|Tomates
3-4 tomates médios, maduros mas firmes
150 gr de massa cotovelinho
1/2 colher (sopa) de manteiga
1 dente de alho, grande
180 gr de espinafres, frescos
200 gr de queijo ricota
70 gr de queijo parmesão
Sal marinho tradicional, by Necton
Pimenta preta
Noz moscada

|Molho
Azeite
2 dentes de alho, médios
1 talo de aipo
4-5 tomates bem maduros
Sal
Pimenta
Oregãos, secos
Mangericão, fresco

Preparação

Começar por preparar o molho, levando ao lume numa frigideira anti-aderente, um fio generoso de azeite. Acrescentar o alho esmagado e o talo de aipo cortado em pedaços. Deixar libertar sabor, sem que o alho escureça demasiado. Juntar o tomate cortado em pedaços pequenos e livre de sementes, 5 folhas frescas de mangericão quebradas, temperar com sal, pimenta e oregãos secos e deixar cozinhar uns 7-8 minutos. O molho deve borbulhar bem e reduzir. Retificar temperos e retirar do lume. Reservar.  
Misturar o ricota com 50 gr de parmesão ralado. Temperar com pimenta e noz moscada e envolver bem. Reservar no frigorífico.
Tirar a "tampa" aos tomates e, com cuidado, retirar o miolo sem ferir o exterior. Reservar.
Levar os cotovelinhos a cozer em água abundante, temperada com sal e um fio de azeite. Quando estiver cozido mas firme, retirar da água e reservar.
Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Numa frigideira anti-aderente colocar a manteiga e o alho esmagado. Deixar o alho cozinhar ligeiramente e juntar os espinafres laminados.
Deixar os espinafres cozinhar até amolecerem, temperando com sal e uma pitada de pimenta. Acrescentar de seguida o preparado dos queijos e envolver bem. Deixar apurar 1-2 minutos, juntar a massa escorrida e um fio de azeite. mexer bem até estar tudo envolvido, retificar temperos e retirar do lume.
Colocar os tomates num recipiente de ir ao forno e rechear cada um com uma boa dose do preparado. Levar ao forno cerca de 8-10 minutos, até o tomate começar a amolecer (sem que se desfaça). 
Passado este tempo juntar o molho de tomate na base do prato/travessa e espalhar pedaços de parmesão por cima. Polvilhar o recheio do tomate com parmesão ralado e levar novamente ao forno mais cerca de 4-5 minutos a 210ºC, até o molho borbulhar e o recheio dos tomates alourar ligeiramente.
Retirar do forno e servir de imediato acompanhado de uma salada.










01/04/16

Mini-Tartes de Milho e Legumes




Para receber os dias primaveris que insistem em não ficar, ainda que o calendário o dite, mas que acredito virão mais fortalecidos, a Dra. Carla sugeriu uma tartes saudáveis, simples e fáceis de transportar, para a rubrica "Inspirar & Nutrir" desta semana, que abre o mês de Abril.

Com legumes, sem glúten e sem lácteos eram alguns dos critérios. 
Porque pretendia algo ligeiro e pouco denso, optei por recorrer ao meu querido milho, em forma de sêmola, para obter uma massa bem leve e solta, que serve de cama a um simples e delicioso salteado de legumes rematado por um misto de sementes.
São muito fáceis de fazer e super versáteis, na medida em que, qualquer conjugação de legumes pode ser usada, ao gosto de cada um.
Mostraram-se também perfeitas para estes terríveis dias pós-festas em que o corpo pede clemência e muita tranquilidade alimentar.  

Basta pegar e levar para a escola, para o trabalho ou para um belo pic-nic, e ter o privilégio de lanchar coisas, que além de boas, são bem giras.







































MINI-TARTES DE MILHO E LEGUMES 

Ingredientes
(4-5 mini-tartes)

1 ovo, médio
85 ml de bebida de arroz (ou outro a gosto)
50 ml de azeite + 1 colher (sopa)
80 gr de sêmola de milho
60 gr de farinha de arroz
1 pitada de sal marinho tradicional "Marnoto", da Necton 
1 pitada de pimenta
1 colher (café) de fermento
1 colher (sopa) de cebolinho fresco, picado
3 floretes médios de couve flor
1/2 curgete, média
2 tomates chucha, médios
1/2 pimento vermelho
1/2 dente de alho
1 colher (café) de mangericão seco
Mistura de sementes (sésamo, girassol, linhaça, etc)

Preparação

Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Pincelar com azeite e polvilhar com sêmola de milho 5 forminhas de mini-tarte. Reservar.
Separar o ovo e juntar a gema com a bebida de arroz, o azeite, o sal, a pimenta, a sêmola de milho, a farinha de arroz e o fermento. Mexer bem até obter um preparado uniforme e levar ao frigorífico cerca de 20 minutos. 
Entretanto misturar a colher de azeite com o alho picado, uma pitada de sal e o mangericão. 
Lavar e cortar os legumes em pedaços pequenos, e envolve-los bem no molho de azeite. Reservar.
Bater a clara em castelo. Retirar a massa do frio e envolver a clara delicadamente. Quando o preparado estiver uniforme verter um pouco de massa em cada forminha, enchendo apenas até meio.
Colocar um pedaço de mistura de legumes por cima da massa e polvilhar com um pouco de mistura de sementes.
Levar ao forno cerca de 25-30 minutos, até a massa estar firme e os legumes cozinhadas mas ainda durinhos.
Retirar do forno, deixar arrefecer cerca de 15 minutos e desenformar.
Servir. 



04/03/16

Tarteletes Verdes com Tzatziki




Março, que à semelhança de Janeiro e Setembro, é um mês que nos trás sempre a invariável e animadora sensação de recomeço, tem a feliz particularidade de nos brindar com uma estação especial, a Primavera. Estação de renovações, luz e cor, que se reflecte no nosso humor, influenciando-o com a mesma facilidade com que nos faz rasgar sorrisos. À natureza, às pessoas, ao mundo. 

Sempre fui uma criança de bem com as estações mais quentes, até porque a geografia assim o impôs, mas, curiosamente, sempre fui mais apaixonada pela chuva. A praia e o mar definem muitas das minhas recordações de infância, mas algumas das mais queridas e presentes incluem poças de água e cabelos encharcados. 
A idade tem-me aproximado mais da serenidade e tempero das estações mais iluminadas. Hoje admito que anseio mais pela chegada da Primavera do que do Outono, que ainda assim me continua a fascinar imenso.

Estas Tarteletes pretendem antecipar um pouco as boas energias da sua chegada. Imprimem frescura, conforto e muito sabor aos nossos olhos e estômago. Acredito que nutrem só de olhar!
O uso do matcha na massa da base pretende colorir e trazer a capacidade depuradora e nutritiva do melhor dos chás verdes. O molho tzatziki é uma frescura por si só e dá um incrível boost de sabor às tarteletes.   

Esta proposta surge no âmbito da minha colaboração, enquanto contribuidora, com o Saliva, um site de comida e tudo que com ela se relacione, que está a festejar o seu 1º Aniversário.
É um espaço em contínuo crescimento que objectiva dar a conhecer todo um mundo do melhor que o universo foodie nos pode oferecer, desde receitas, a marcas, restaurantes, chefs ou livros, enfim, tudo que mereça promoção pelas boas sensações e momentos que nos possam criar. 
Basicamente garante a divulgação de tudo que nos faça salivar através dos melhores estímulos à nossa curiosidade e palato.
Um site realmente bonito e altamente informativo que vale a pena conhecer. 





TARTELETES VERDES COM TZATZIKI

Ingredientes
(4 tarteletes)

|Molho Tzatziki
1 pepino, médio
1 iogurte grego natural
1 dente de alho, pequeno
Sal
Pimenta
1 colher (sobremesa) de cebolinho picado
Sumo de lima

|Tarteletes
80 gr de polenta pré-cozida
200 ml de água
Azeite
Sal
Pimenta
2 dentes de alho, pequeno e esmagado
1 colher (sobremesa) de queijo parmesão ralado
1 colher (sobremesa) de matcha
2 folhas de mangericão fresco
1 queijo mozzarella fresco
80 gr de couve romanesco
4 tomates cereja amarelo
4 tomates cereja vermelho
60 gr de salmão fumado, cortado em pequenas tiras

Preparação

Começar por preparar o molho, ralando o pepino e espremendo-o bem para que liberte o máximo do seu liquido. Abrir o iogurte e retirar igualmente todo o liquido possível. Num recipiente juntar o pepino com o iogurte e acrescentar o dente de alho esmagado, o sal, a pimenta, o cebolinho e o sumo de lima. Envolver bem, provar e rectificar temperos, se necessário. Conservar no frio até à hora de servir.
Para as tarteletes começar por cortar a romanesco em floretes pequenos e levar a cozer em água temperado com sal durante 3-4 minutos. Retirar da água e reservar.
Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Para a base, levar a água ao lume num tachinho com uma pitada de sal, outra de pimenta um fio ligeiro de azeite e um dente de alho. Quando ferver juntar o matcha, mexer para que se dilua bem, e de seguida acrescentar a polenta, em chuva e delicadamente, mexendo sempre. Deixar cozinhar cerca de 4-5 minutos, mexendo continuamente. Retirar do lume e forrar o fundo e laterais das formas de tartelete com a polenta.
Numa pequena taça misturar uma colher de sopa de azeite com um pitada de sal, o mangericão picado e um dente de alho esmagado. Cortar os tomate cereja ao meio, juntar ao romanesco e envolver neste molho.
De seguida cortar o mozzarella em fatias e coloca-las por cima das bases de polenta.
Espalhar então por cima os tomates cereja e os floretes de romanesco, a gosto. Levar ao forno cerca de 15 minutos até o mozzarella estar derretido e os tomates ligeiramente assados.
Retirar do forno, deixar arrefecer um pouco e espalhar o salmão fumado por cima.
Na hora de servir acompanhar com o molho Tzatziki e com uma salada de agrião.




03/02/16

Creme de Batata Doce Assada com Pesto de Rúcula




Este creme cimenta definitivamente a minha relação com a batata doce. 
Desde que comecei a assa-la que me comecei igualmente a apaixonar, já que sempre foi um tubérculo que me causou alguma estranheza.
Inicialmente usava-a apenas em doces e aos poucos fui-me rendendo ao seu sabor e textura.

O sabor doce do creme contrasta na perfeição com a ligeira agressividade da rúcula, aqui transformada em pesto. Tudo bem misturado resultou numa bela sinfonia.

Nada melhor para animar estes dias mais escuros do que um quentinho e saboroso creme, feito em dia de chuva, mas com evidentes toques de Primavera. 

Acompanham-me?







































CREME DE BATATA DOCE ASSADA COM PESTO DE RÚCULA

Ingredientes
(4-6 doses)

|Creme
3 batatas doces de polpa laranja, médias
2 dentes de alho, médios
1 cebola, média
1/2 talo de alho francês
1 curgete, média
1,2 L de caldo de legumes (ou água)
1 colheres (sopa) de parmesão ralado
Sal
Pimentão doce fumado

|Pesto
80 gr de rúcula
5 folhas de mangericão fresco
1 dente de alho, médio
80 gr de avelã tostada
50 gr de queijo parmesão
Azeite
Sal
Sumo de limão

Croutons de alho e ervas e pinhões tostados para decorar/acompanhar

Preparação

Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Embrulhar a batata doce (com pele) em papel de alumínio e levar ao forno, cerca de 30-35 minutos, ou até a polpa da batata estar mole e perfeitamente assada.
Enquanto a batata doce assa, faz-se o pesto. Colocar na trituradora ou processador, o alho, a rúcula, a avelã e o parmesão e triturar bem até o fruto seco estar bem moído e se obter uma pasta homogénea. De seguida acrescentar um pouco de sumo de limão, uma pitadinha de sal e ir adicionando azeite a gosto, até se conseguir a fluidez pretendida. Rectificar temperos e conservar em recipiente hermético.
Retirar a batata doce do forno, abri-la ao meio no sentido do comprimento e retirar a polpa com uma colher. Rejeitar a pele. 
Levar ao lume num tachinho, um fio de azeite, os alhos laminados, a cebola picada e o alho francês em rodelas. Deixar amolecer ligeiramente e acrescentar a curgete descascada e em pedaços pequenos. De seguida adicionar o caldo de legumes, uma boa pitada de sal e outra de pimentão doce, e deixar cozinhar cerca de 15-20 minutos até se verificar que os legumes estão cozidos. Acrescentar a polpa de batata e o parmesão e deixar cozinhar mais 2-3 minutos.
De seguida triturar tudo muito bem até obter um creme homogéneo. Se tiver demasiado espesso acrescentar mais caldo de legumes ou água.
Servir o creme com um pouco de pesto, croutons e pinhões tostados.