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16/08/16

Summer Pudding










































Todos temos aqueles tipo de prato que nos agrada particularmente e aqueles ingredientes ou conjugações que nos enchem as medidas. Então nos doces é curioso ver como algumas pessoas são a cara de algumas sobremesas.
Existem os que só pedem doces de chocolate. Os da fruta. Os dos pudins e texturas mais cremosas. Os dos gelados e semi-frios. Os que só toleram bombas calóricas hiper doces e não se ficam com nada menos que isso. E os malucos por frutos secos! 

Eu (além de muitos dos que referi em cima) adoro doces com pão, ou bread puddings, como são mais vulgarmente denominados. Ainda que muitas vezes se distanciem da textura do pudim, este é o nome oficial destes doces. Por cá temos o tradicional Pudim de Pão e pouco mais. Por outras paragens temos uma panóplia incrível e bem estimulante de bread puddings. Exista vontade de explorar.

Quando se estruturou o tema para esta edição do Sweet World fiquei imediatamente em pulgas! Além de não conhecer este doce e de o achar encantador, só pensava como seria extraordinário.
As expectativas mantiveram-se algum tempo pois a disponibilidade para o fazer não surgia. Dada a qualidade do doce não lamento nadinha a espera. Adorei saboreá-lo e não desiludiu nem um pouco.
O sabor vibrante e envolvente dos frutos vermelhos, a tingir e absorver o pão que se torna cremoso e delicado, criam algo que, para o meu paladar, se mostrou altamente delicioso e viciante. Servido com creme fraiche então atinge o ponto de equilíbrio perfeito.

Para estes dois mini-puddings usei a receita da Lia, reestruturando apenas as quantidades. O pão não absorveu totalmente os sucos e o efeito obtido foi de uns pudins ligeiramente marmoreados. Efeito que adorei, confesso. 
   
É interessante ver como esta receita é simples de executar, originando, contudo, um resultado tão lindo e apaixonante. Sócia, não podias ter escolhido melhor.

A cara do Verão chega a uns dias de, finalmente, partirmos de férias.
Boas para todos!







































SUMMER PUDDING

Ingredientes
(2 mini-puddings)

5-6 fatias de pão de forma (branco), aparadas
60 gr de açúcar demerara
250 gr de framboesas
85 gr de amoras
100 gr de mirtilos
Creme fraiche para acompanhar
Frutos vermelhos para decorar

Preparação

Colocar num tachinho os frutos vermelhos juntamente com o açúcar. Levar ao lume até os sucos libertarem e começar a borbulhar. Deixar cozinhar em lume brando 4-5 minutos e retirar do lume. Deixar arrefecer no tacho.
Preparar duas mini formas (de queque ou similar) com cerca de 7 cm de diâmetro. Untar ligeiramente com manteiga e revestir com película aderente.
Cortar dois círculos de pão à medida da base das formas e forrar o fundo. Cortar em pequenos triângulos tiras de pão, da altura da forma, e forrar as paredes das formas. Ajustar bem o pão e verificar que não ficam espaços abertos, a fim de sustentar bem o recheio.
Rechear com o preparado dos frutos vermelhos até encher. Tapar com um circulo de pão e pressionar ligeiramente. Reservar algum sumo para a finalização. Tapar com película aderente e colocar um prato por cima com algum peso. Como estes pudins são pequenos apenas usei frascos vazios para criar pressão.
Deixar no frigorífico de um dia para o outro.
Desenformar com cuidado, retirar a película aderente e colocar nos pratos de servir. Verter por cima o restante sumo dos frutos, decorar com frutos vermelhos a gosto e servir fresco acompanhado com creme fraiche.





  


17/02/16

Clafoutis de Frango Assado e Pimento




Já o devo ter referido várias vezes. O frango de churrasco é mesmo o ingrediente que cá em casa resulta sempre em ótimos pratos de aproveitamentos, e excelentes refeições para o dia seguinte. 
São sobras bem saborosas e que normalmente produzem resultados simples mas super interessantes. 

Neste caso pretendia um clafoutis salgado, bem leve e saboroso.
Assim foi. De forma muito simples apenas juntei pimento e queijo de cabra para reforçar o sabor e dar intensidade, e os restantes ingredientes para conferirem densidade e leveza ao preparado.
Resultou numa curiosa espécie de soufflé, super ligeiro.

Estes pimentinhos dão um toque bem "hot", como pequena bomba que são, e embelezam imenso a proposta, que é excelente para poupar, rentabilizar e oferecer coisas bonitas aos nossos olhos e mesa.


  
CLAFOUTIS DE FRANGO ASSADO E PIMENTO

Ingredientes
(4 pessoas)

3 peitos de frango, assado
1 salsicha crioula, assada
40 gr de queijo de cabra
3 pimentos vermelhos "campainha"
1/2 pimento verde
1 dente de alho
Sal
Pimentão doce fumado
Salsa fresca qb
3 ovos, grandes
100 ml de leite
120 gr de créme fraiche
2 colheres (sopa) de margarina líquida
3 colheres (sopa) de farinha de aveia
1 colher (café) de fermento
Sementes de sésamo preto

Preparação

Pré-aquecer o forno a 180ºC. Untar com manteiga uma travessa de forno e reservar.
No triturador/processador colocar os peitos de frango, livres de peles e ossos, a salsicha, o alho, o queijo de cabra, a salsa, 1/2 pimento campainha (reservar a outra metade para a decoração) e o pimento verde e triturar tudo muito bem.
Bater os ovos e misturar com o leite, o créme fraiche, a margarina líquida, uma pitadinha de sal e outra de pimentão doce fumado, a farinha e o fermento e misturar bem.
Juntar este preparado ao frango e envolver bem.
Verter o preparado na travessa e colocar 3 metades de pimento campainha a decorar.
Levar ao forno, cerca de 25-30 minutos, até o preparado estar firme e cozido.
Retirar do forno, polvilhar com um pouco de salsa picada e sementes de sésamo e servir com uma boa salada.





24/08/15

Mini-Tartes de Espinafres e Feta




Já tanto disse e repeti sobre a minha relação com as tartes e mini-tartes, sobre o facto de as adorar devido às suas diversas vantagens e extrema versatilidade, etc, etc. Secalhar já sabem!

A proposta de hoje são estas simples e deliciosas mini-tartes, que trazem uma combinação de ingredientes que adoro, e aproveitam tão bem os espinafres caseiros da mãe, que este ano duram e duram. 
Apesar de gostar imenso de espinafres, considero que não tem um sabor muito acentuado, sendo que o meu palato valoriza claramente a sua textura. Por isso adoro conjuga-lo com sabores e aromas mais fortes e temperados. O queijo é sempre um alidado preferêncial deste legume.

Fã de queijos sempre fui, mas cada vez aprecio mais o feta. De preferência bem ligado aos legumes, onde as suas características saem ainda mais enaltecidos.
O toque da noz finaliza toda uma mescla soberba de sabores e texturas.

Nada como experimentar.   








































MINI-TARTES DE ESPINAFRES E FETA

Ingredientes
(4 mini-tartes)

1 placa de massa folhada fresca
150-200 gr de espinafres, arranjados
1 colher (sopa) de manteiga  
1 dente de alho
1 ovo, grande
2 colheres (sopa) de creme fraiche
2 colheres (sopa) de natas ligeiras
80 gr de queijo brie
150 gr de queijo feta
Sal
Pimenta
Noz moscada
2-3 colheres (sopa) de noz picada
Semente de sésamo preto, para decorar

Preparação

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Começar por cortar os espinafres em tirinhas finas. Levar a manteiga a derreter ao lume numa figideira antiaderente, e juntar o alho esmagado. Quando aquecer ligeiramente juntar os espinafres, temperar com um pouco de sal e pimenta e deixar saltear 3-4 minutos. Retirar do lume, colocar sobre um escorredor para perder o líquido criado e reservar.
Bater o ovo e junta-lo com o creme fraiche, as natas, o brie cortado em pedaços pequenos, temperar com uma pitada de sal, pimenta e noz moscada. Envolver bem. Reservar.
Cortar círculos de massa folhada e forrar as forminhas, fundo e laterais. Verter um pouco da mistura do ovo por cima da massa, sem encher. Por cima dispor em círculo, na zona externa da forma, uma linha de espinafres e encher o centro com o queijo feta, grosseiramente esfarelado.
Repetir em todas as forminhas.
Levar ao forno cerca de 15-18 minutos, até a massa folhada estar cozinhada e o preparado firme. Atenção para não deixar o espinafre assar/secar demais (se necessário proteger com papel de alumínio)
Retirar do forno, salpicar com a noz picada, decorar com sementes de sésamo e servir.




   

07/08/15

Polvo à Açoriana com Tarte de Batata Picante




Alimentando o blog e aprendendo. Será a frase que melhor define este post.

Quando vi o convite da Elisabete à participação no Desafio Açoriano, no seu blog "Cozinha sem Segredos", logo me interessei e comecei a pesquisar, a pesquisar, a pesquisar. Rapidamente conclui que pouco ou nada conhecia da gastronomia açoriana, para além do cozido das furnas, das cracas e dos bolos lêvedos.

Assim que as receitas com polvo foram aparecendo, foram-me ficando na cabeça. Adoro polvo mas muito raramente o faço guisado, conforme a tradição açoriano indica, então cozinhado em vinho muito menos. 
Vi e revi várias possibilidades a explorar mas o polvo não "desgrudava". Estava claro que a estrela tinha de ser este delicioso molusculo, e lá foi.

Não conseguindo encontrar polvo açoriano por cá, o ingrediente típico usado foi um queijo da ilha, picante e delicioso, da Açorilhas, que coroou a tarte de batata, que serve de base ao polvinho guisado.
A tradição está na forma de confecção do polvo, para o ajustei e adaptei as receitas originais que usei com base. O produto típico usado é o queijo da ilha. A inovação está na forma como a batata é apresentada e a relação que cria com o polvo.

Se a minha vontade de conhecer esta benção da natureza, na forma de várias ilhas de dimensões e carácteres distintos, já era gigante, conseguiu agora aumentar ainda mais um bocadinho. 

Este prato representa a minha abertura ao conhecimento da gastronomia açoriana e ainda uma estreia no blog, uma vez que é o primeiro prato de polvo por aqui.
É uma proposta intensa e absolutamente deliciosa, que espero, represente dignamente um pouquinho do que este arquipélago tão especial e abençoado nos pode oferecer.








































POLVO À AÇORIANA COM TARTE DE BATATA PICANTE

Ingredientes
(4 pessoas)

1 polvo médio, limpo
2 cebolas, médias
3 dentes de alho
2 folhas de louro
Pimenta preta
Pimenta cayena
Pimentão doce
1 molhinho de salsa
1 dl de vinho branco
1 dl de vinho tinto
3 colheres (sopa) de vinho do porto
800 gr-1 Kg de batata média
200 ml de créme fraiche
200 ml de natas
100-120 gr de queijo da ilha com pimenta da terra - Açorilhas

Preparação

|Polvo
Depois do polvo estar limpo, corta-lo em pedaços médios, nunca esquecendo que pode reduzir. Reservar.
Picar a cebola, esmagar dois dentes de alho, e levar a refogar em azeite juntamente com as folhas de louro partidas. Passado 3-4 minutos, quando a cebola tiver amolecido juntar o polvo e uma pitada bem generosa de pimentão doce e deixar saltear uns 4-5 minutos até corar ligeiramente e libertar o seu líquido. Remover o líquido para um recipiente e deixar o polvo saltear bem.
Voltar a acrescentar a água do polvo, juntamente o vinho branco, o vinho do porto, a pimenta preta e uma pitada moderada de pimenta de cayena, uma pitada ligeira de sal e a salsa. Ir adicionando o vinho tinto durante a cozedura.
Deixar apurar bem e cozinhar até o molho ter reduzido e o polvo se encontrar tenro. Rectificar temperos e retirar do lume. Reservar.

|Tarte de batata
Pré-aquecer o forno a 160ºC.
Untar com manteiga uma travessa de ir ao forno.
Descascar as batatas e corta-la finamente, com uma mandolina ou com o próprio descascador de legumes.
Esmagar um dente de alho.
Colocar a batata na travessa e temperar com sal fino, pimenta preta e o alho esmagado, envolvendo tudo muito bem com as mãos.
Levar as natas e o créme fraiche a lume brando, temperado com uma pitada de sal e outra de pimenta, e deixar aquece sem que ferva.
Verter este preparado sobre as batatas e levar ao forno coberto com papel de alumínio, cerca de 45 minutos.
Passado este tempo retirar o papel de alumínio e deixar cozinhar mais 20 minutos.
Retirar do forno, deixar repousar 5 minutos e colocar uma dose no prato de servir.
Com o descascador de legumes cortar fatias finas de queijo e dispor por cima da tarte de batatas até preencher toda a superfície. 
Dispor o polvo cuidadosamente por cima da tarte, polvilhar com salsa fresca picada e servir acompanhado com pão tostado.






































Fontes:

http://www.portugal.gastronomias.com/acores003.html
http://www.cozinhatradicional.com/polvo-guisado-a-moda-do-faial-acores/
http://www.cozinhatradicional.com/polvo-guisado-a-moda-de-s-miguel-acores/
   

01/05/15

Tarte de Espargos enrolados em Pancheta, Batata e Feta






Tartes, tarteletes, mini-tartes, quiches. Vários nomes para denominar um prato que, ainda com origens e naturezas distintas, acabam por assumir formas e apresentações semelhantes.

É um tipo de refeição muito comum por cá, pela sua enorme versatilidade e facilidade em obter excelentes resultados.
Se em algumas das vezes este género de prato é a forma perfeita de gastar ingredientes que tem de ser consumidos rapidamente, ou para reaproveitar sobras de outras refeições, em muitas outras é pensado de raíz e estruturado com o intuito de obter um resultado específico.

Assim aconteceu com esta receita pensada para responder ao desafio do mês do "Dia Um... Na Cozinha", em que o tema é "Tartes Salgadas ou Quiches".

Por cá os legumes são por norma peças chave das tartes e afins, sendo um excelente método para colocar toda a gente a come-los sem grandes, ou nenhumas, reclamações. Assim como o queijo que gosta de os acompanhar de forma perfeita, marcando quase sempre presença.
Ao nível da base as variantes são também algumas. Desde a massa folhada à quebrada, passando pela massa filo. Também é comum suprimir a base mas aí já falaremos de fritattas ou até tortilhas, dependendo da restante composição.

Adoro a forma como os espargos, de um modo tão natural e simples, conseguem embelezar qualquer tarte. Aqui bem conjugados com um enchido delicioso, mais bonitos e saborosos se tornam.
O recheio à base de batata dá bastante corpo à tarte, que faz perfeitamente uma refeição completa. 

Tudo bem envolvido, temperado e aromatizado foi esta a tarte obtida, bem encorpada e super expressiva.
Sirvam-se, por favor!








































TARTE DE ESPARGOS ENROLADOS EM PANCHETA, BATATA E FETA

Ingredientes
(3-4 pessoas)

1 placa de massa folhada, redonda
120 gr de espargos verdes frescos
8 fatias finas de pancheta
2 batatas médias, cozidas
4 ovos grandes
3 colheres (sopa) de créme fraiche
100 gr de queijo feta 
1 colher (sopa) de cebolinho fresco, picado
2 dentes de alho
Sumo de 1/2 lima
Azeite
Sal
Pimenta 
Sementes de linhaça e girassol, ligeiramente tostadas

Preparação

Cortar a batata cozida em pedaços pequenos e reservar. 
Levar os espargos ao lume num tachinho com água e um pouco de sal, e deixar ferver uns 4-5 minutos. Retirar da água, passar for água fria e deixa-los a escorrer. Depois de arrefecidos, enrolar metade deles em fatias de pancheta.
Colocar um fio de azeite numa frigideira antiaderente, adicionar os dentes de alho esmagados e as batatas. Temperar com sal (pouco) e pimenta e deixar saltear uns 3-4 minutos. Envolver o cebolinho picado e retirar do lume.
Rejeitar o alho e envolver o queijo feta, previamente desfeito, nas batatas.
Pré-aquecer o forno a 180º.
Entretanto bater os ovos, juntar-lhe o créme fraiche, uma colher se sopa de azeite, o sumo de lima, uma pitada de sal e outra de pimenta e envolver tudo muito bem.
Colocar a massa folhada, ainda com o papel que a envolve, sobre uma tarteira redonda, adaptando-a bem à forma e cortando o excesso de massa se necessário. Picar o fundo com um garfo.
Espalhar a mistura das batatas com o queijo sobre a massa folhada e verter o preparado dos ovos por cima.
Dispor os espargos por cima, alternando os simples com os que tem pancheta, de forma a criar um efeito visual interessante, e levar ao forno até o preparado estar firme a douradinho, cerca de 20 minutos.
Retirar do forno, polvilhar com as sementes e servir.
Acompanhar com uma boa salada e um sumo natural. 



01/11/14

|comer| Flãs de Legumes Salteados com Salmão Fumado




Quem é que, nos dias de hoje, tem legitimidade para continuar a torcer o nariz aos legumes? Pois... quem?

Estes saborosos flãs, além de muito elegantes, são super fáceis de executar e deitam por terra os argumentos do mais resistente activista anti-legumes.

Além de saudáveis e super fôfos, facilmente demonstram a enorme versatilidade dos nossos amigos verdes. Seja em forma de entrada ou de prato principal, devidamente bem acompanhados.









































FLÃS DE LEGUMES SALTEADOS COM SALMÃO FUMADO 

INGREDIENTES
(6 flãs)

1/2 courgette
1/2 beringela
80 gr de cogumelos paris
1 dente de alho
1 folha de louro
100 gr de salmão fumado
3 ovos 
2 col. sopa de créme fraiche 
Sal
Mistura de Pimentas
Cebolinho fresco
Salsa fresca

PREPARAÇÃO

Começar por preparar os legumes, lavando-os e cortando-os em pedaços pequenos, conservando a casca. Reservar.
Numa wok ou frigideira anti-aderente levar um fio de azeite a aquecer. Quando quente, juntar o alho esmagado e logo de seguida os legumes.
Temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar durante uns 5-6 minutos até os legumes amolecerem, abanando a wok de vez em quando. A meio acrescentar a salsa e o cebolinho bem picados e envolver bem.
​Entretanto pré-aquecer o forno a 190º.
​Bater os ovos, misturar o créme fraiche, temperar com uma pitada de sal e outra de pimenta e envolver bem. Juntar o salmão fumado desfiado em pedaços.
​Retirar o excesso de molho dos legumes e mistura-los ao preparado dos ovos. Envolver bem e verter em forminhas de queque até encher. Idealmente as formas deverão ser de silicone, no caso de formas tradicionais, pincelar antes com azeite.
Levar ao forno cerca de 12-15 minutos até os flãs estarem firmes e dourados.
Retirar do forno, deixar arrefecer cerca de 10-15 minutos e desenformar com cuidado.
​Servir com uma composta salada verde.